sábado, 9 de junho de 2018

Mitos e verdades sobre o tão elogiado “desarmamento” da Austrália

Mitos e verdades sobre o tão elogiado “desarmamento” da Austrália

O desarmamento e as lições sobre a violência europeia

O desarmamento e as lições sobre a violência europeia: As recentes eclosões de violência indiscriminada na Europa realçam uma perturbadora tendência que há muito vem sendo alertada por filósofos e estudiosos das civilizações: o retrocesso da civilização ocidental. Palpiteiros e especialistas destilam na televisão e em artigos de jornais inúmeras teorias para tentar explicar o que está acontecendo. Algumas soam suficientemente plausíveis, mas somente aqueles dentre nós que possuem um sólido conhecimento da teoria economia têm as ferramentas necessárias para decifrar o significado destes atuais eventos. Aqueles que utilizarem essas ferramentas irão descobrir que o estado não apenas causou diretamente estes distúrbios de várias maneiras (via assistencialismo, militarismo, inflação monetária, escolas públicas e muito mais), como também impediu as pessoas de defenderem a si próprias e a sua propriedade. Estou me referindo, é claro, às leis do desarmamento. A sociedade ocidental está claramente se degradando. À medida que as pessoas e os governos vão se afundando em dívidas, o crescimento econômico permanecerá, na melhor das hipóteses, estagnado. As classes dependentes, que vivem do assistencialismo, verão seu padrão de vida se deteriorando rapidamente à medida que a crise vai se desdobrando. Se a história nos serve de guia, ondas de crimes e inquietações sociais n�%...

sexta-feira, 8 de junho de 2018

domingo, 3 de junho de 2018

Se você gosta da natureza, privatize-a

Se você gosta da natureza, privatize-a: Florestas, parques e reservas naturais em geral, quando estão sob o controle do estado, se tornam entidades socialistas. As mesmas análises econômicas usadas para determinar as conseqüências do socialismo podem ser aplicadas para as reservas nacionais, isto é: sem um mercado, simplesmente não há uma maneira de determinar se os recursos direcionados para as reservas nacionais estão sendo alocados eficientemente. Como Mises demonstrou, o cálculo econômico sob o socialismo é impossível.Quanto se deveria cobrar das pessoas que entram em um parque, por exemplo? Elas deveriam sequer pagar? Quantas famílias ou carros deveriam ser permitidos por temporada? Ou eles deveriam sequer ser permitidos? Todas essas são questões críticas que acabam sendo respondidas politicamente. É claro, existem muitas agências públicas e privadas que fazem estudos e sugerem decisões a serem tomadas, mas, no final, suas recomendações podem ser ignoradas pelos tiranos no poder. E mesmo que eles seguissem-nas, será que isso corrigiria alguma imperfeição? A resposta requer um pouco de entendimento econômico. Uma reserva natural, por exemplo, é um bem que poderia ter usos alternativos, como um condomínio residencial. E isso será determinado pelo preço que as pessoas estariam dispostas a pagar por aquela reserva ou por outras reservas similarmente precificadas. O proprietário sabe quais ofertas podem%...

Os ambientalistas e sua agenda anti-humana nos fazem de idiotas

Os ambientalistas e sua agenda anti-humana nos fazem de idiotas: Além das mortes de literalmente milhões de pessoas no Terceiro Mundo em decorrência da malária, o banimento do DDT também gerou inúmeras colheitas desastrosas, uma vez que insetos vorazes que eram combatidos pelo DDT puderam se proliferar novamente -- e praticamente não há substitutos para o DDT a preços acessíveis nos países pobres. Não obstante todas as evidências de que o DDT, quando utilizado corretamente, não apresenta nenhuma ameaça para o ambiente, para os animais e para os seres humanos, os ambientalistas extremistas continuam defendendo sua proibição. Só na África, milhões continuam morrendo de malária e de outras doenças. Após a Segunda Guerra Mundial, o DDT salvou milhões de vidas na Índia, no Sudeste Asiático e na América do Sul. Em alguns casos, as mortes por malária caíram para quase zero. Após o banimento do DDT, as mortes por malária e por outras doenças voltaram a disparar. Por que então o banimento não é revogado? Porque este é justamente o objetivo destes extremistas: controle populacional. Alexander King, co-fundador do Clube de Roma, disse: Na Guiana, em menos de dois anos, o DDT já havia praticamente aniquilado a malária; porém, isso levou a uma duplicação das taxas de fecundidade. Portanto, meu maior problema com o DDT, olhando em retrospecto, �%...

Contra o Marco Civil e a neutralidade de rede

Contra o Marco Civil e a neutralidade de rede: A ideia de rede neutra representa uma grave ameaça ao futuro da Internet, seja nos aspectos tecnológicos, empresariais ou de liberdade de fluxo de informações. Sua aprovação representaria o início de uma espiral intervencionista: as primeiras interferências gerariam distúrbios no setor, o que seria usado como justificativa para mais e mais intervenções. Pouco impacto seria percebido no curto prazo, mas no médio e longo prazo seriam inevitáveis a redução dos investimentos e o aumento da insatisfação dos consumidores. Veríamos o surgimento de uma pletora de leis definindo parâmetros técnicos, de qualidade, de atendimento e de conteúdo nacional mínimo, mais ou menos como já acontece com os serviços tradicionais de telecomunicações. O estado se transformaria paulatinamente no ente central de todo o setor, do provedor de rede ao consumidor final, passando pelos geradores de conteúdo e fabricantes de equipamentos. Isso afetaria o sistema de preços e prejudicaria o cálculo econômico dos agentes privados, o que seria a própria pavimentação do caminho para o caos nas redes.Se os digníssimos congressistas de Brasília estiverem realmente preocupados com a liberdade, com a privacidade e com o desenvolvimento da Internet no Brasil, o melhor que eles podem fazer é rechaçar por completo qualquer proposta de Marco Civil.

A irresistível força da concorrência de mercado

A irresistível força da concorrência de mercado: As políticas antitruste tradicionalmente reprovam (e com frequência proíbem) fusões entre duas empresas que até então eram concorrentes. Na perspectiva convencional, o raciocínio por trás disso é óbvio e plausível: substituir duas empresas que concorrem entre si por uma maior não pode representar outra coisa que não uma redução no grau de concorrência do mercado (na definição convencional do termo). Duas empresas menos poderosas foram substituídas por uma mais poderosa. Mas a visão austríaca ensina que tal fusão, contanto que a potencial entrada de outros no mercado não tenha sido e não venha a ser bloqueada artificialmente, é um ato concorrencial; impedi-lo significa obstruir a maneira pela qual a concorrência de mercado descobre o tamanho ótimo das empresas e com isso um menor custo de produção. (Mesmo que haja uma única empresa atendendo todo um setor da economia, enquanto essa empresa estiver restringida pela potencial ameaça de novas entradas no seu setor ou pela concorrência -- ou ameaça de concorrência -- de empresas que produzam mercadorias alternativas, tal setor ainda estará operando concorrencialmente).
Powered By Blogger

Minha lista de blogs